Só no escuro!

DSC01738Elas são medrosas. Sim. Tem medo do dia. Simplesmente não aparecem se há alguma luz.

Parecem bebês, que quando a luz se apaga, começam a chorar, querem sair do berço e ir para o colo de alguém. Desde que a luz se mantenha apagada.

São seres que brilham no escuro. Quando a luz se apaga, tudo se torna claro, faz a vida voltar a ser simples.

No meio da madrugada elas correm ao meu encontro. Como posso fazer para só encontrá-las DE DIA?

Elas sabem que me dominam e não têm dó. Sou escrava delas. E elas são implacáveis.

Escrevo este pequeno texto as duas horas da manhã. Depois que tudo já foi dormir. Coloquei a cabeça no travesseiro.

Ok. Não consegui desligar tudo. As danadas se ligam e brilham no escuro, certo?

As palavras, que fazem de mim marionete, incorrigivelmente brilham no escuro. E só se calam quando os pedidos são devidamente atendidos.

Sinceramente, espero que as suas palavras não se incomodem com a luz do dia e você possa usá-las onde e quando for.

Boa fala.

ps: quando bati essa foto lembrei de Piratininga. Saudades! =/

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Pergunta(e)

Aperte play e acompanhe a letra aí em baixo! =)      

Por que você é flamengo
E meu pai botafogo?
O que significa
“impávido colosso”?

Por que os ossos doem
Enquanto a gente dorme?
Por que os dentes caem?
Por onde os filhos saem?

Por que os dedos murcham
Quando estou no banho?
Por que as ruas enchem
Quando está chovendo?

Quanto é mil trilhões
Vezes infinito?
Quem é Jesus Cristo?
Onde estão meus primos?

Well, well, well
Gabriel…
Well, Well, Well, Well…

Por que o fogo queima?
Por que a lua é branca?
Por que a terra roda?
Por que deitar agora?

Por que as cobras matam?
Por que o vidro embaça?
Por que você se pinta?
Por que o tempo passa?

Por que que a gente espirra?
Por que as unhas crescem?
Por que o sangue corre?
Por que que a gente morre?

Do que é feita a nuvem?
Do que é feita a neve?
Como é que se escreve
Re…vèi…llon

Well, Well, Well
Gabriel…(4x)

Certo, crianças? Não reprimam as suas perguntas, o máximo que pode acontecer é vocês ficarem mais inteligentes! ;-)

Uma Coca de chaveirinho pra você!

ps: A música é da Adriana Calcanhoto e chama “Oito Anos” =D

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Genialidade

Sabe quando você descobre uma coisa genial??

Mesmo que essa coisa não seja sua?

Pense por exemplo quando você descobriu Einstein. ;-)

É mais ou menos com essa sensação que estou agora. Algo genial, que eu não descobri agora ( já faz mais de um ano.. =P), mas que agora estou redescobrindo!

Deixando de lado a minha rapidez e agilidade, aprensento-vos o Teatro Mágico.o_teatro_magico_show_sp_lancamento_cd_recorde_downloads_fotoblogmaisacao2006

Algo genial, que eu não descobri agora ( já faz mais de um ano.. =P), mas que agora estou redescobrindo!

Para quem não conhece, O Teatro Mágico é uma mistura de circo, banda, teatro e tudo que lhe vier à cabeça relacionado à Arte.

Com a direção do músico,compositor e ator, Fernando Anitelli, O Teatro Mágico já vendeu mais de 85 mil CDs, formando agora o seu trabalho “Segundo Ato”.

A mistura de música, poesia, circo e lindos visuais no shows valeu para a trupe o título de ‘Melhor Show da Atualidade” no Brasil pela Folha de São Paulo.

Para vocês verem que não estou mentindo quanto à qualidade do pessoal, coloquei alguns vídeos pra vocês verem!!

Aqui está a abertura do show deles!!!!

Essa é uma música!

Espero que tenham gostado!! Daqui a pouco tem mais!!

Um Coca bem gostosa pra você!

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Finalmente acabei o final do fim de Ana!

Book_Story1_by_AzramUm ano.

Muita coisa pode acontecer nesse período.

Comigo, por exemplo: terminei a escolinha do Prof. Tibúrcio, entrei na faculdade, saí da faculdade, fiz eted, morei no peru, morei em bauru, morei em sao paulo, fiz 19 anos,voltei pra faculdade, li MUITO e li um livro.

Um livro?!?! Sim! Um livro! Esse livro!

Um ano para ler o livro mais difícil que li em toda a minha vida!

Uma aventura! Só dava pra ler em casa, já que ele tem 654, não é muito prático. rsrs

Enfim, o feriado meu muuuita alegria, já que finalmente acabei esse livro! Estou realmente feliz por terminá-lo! Fez parte da minha história e me influenciou muito!

A Livraria Cultura está com um nova edição de lançamento dele, aproveitem!!

É uma experiência de vida! Marcante demais!

Agora, posso voltar a ler vários livros ao mesmo tempo! Já estava com saudades! Com o Ana Kerênina só conseguia ler mais um ou dois ao mesmo tempo… =P

Bom, o feriado ainda não acabou, portanto vou lá ler!!

Aproveite também!!

Beijo!!

ps: lembram da pilha de livros de ganhei de aniversário? Entao, aumentou mais um! “Desventuras em Série” Muito lindo! Alguém já leu?

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Chuva

No último texto, falei sobre barulho e silêncio, e o que cada trás sobre a gente.

Agora, coloco por aqui ( pra quebrar um pouco e jejum de coisas que nào são textos..rsrs) um vídeo que vi durante a minha ETED e mexeu muito comigo.

Ele fala sobre os períodos de tempestades. Que nos fazem gritar e calar; ao mesmo tempo!

Bom! Isso aqui não deve ser mais um texto, portanto, pegue uma garrinha de Coca-Cola e bom filme!

ps: é rapidinho!! Mas se quiser, pipocas, fique à vontade!

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Sshh.

Parar na frente do mar e se aquietar. Deixar que o mar fale por si o que todos nós não sabemos dizer.

Você já enfrentou o silêncio? Foi subitamente afogado por ele?

Às vezes tão ensurdecedor que sentimos falta do ruído; aquele que nos desconcentra, nos leva para longe de onde estamos.

O silêncio nos faz permanecer exatamente onde estamos como estamos. Parar e dar um giro completo para tirar uma fotografia panorâmica, fazer um mapa e escolher a próxima rota.

Há pessoas que tem medo do silêncio. Provavelmente porque ele lhes mostra a bagunça de barulhos que se meteram. Realmente torna-se assustador.

Tenho pensado muito sobre cuidado. Cuidar. O que isso significa?

Já vi pais gritando com filhos para tentar lhes ensinar algo. Vi filhos ficarem quietos, tentando ensinar algo aos seus pais. E vi o inverso também.

O silêncio faz parte do aprendizado. Não importa qual seja, quando for, com quem for; se não houver silencio, o aprendizado foge assustado, tentando fugir do caos que se instala na ausência do silencio.

Me pergunto agora é possível conseguir abstrair a beleza com ruídos e barulho?

Você consegue se imaginar vendo toda a beleza que há no pico do Himalaia ouvindo buzinas, pessoas gritando, crianças gritando, instrumentos desafinados?

Difícil não?!

Não estou dizendo que devemos viver mudos continuamente. Mas se não ficarmos em silencio, não vivemos.

Silencio para ouvir. Silencio para observar. Silencio para respirar. Aprender. Perceber.

O silêncio é extremamente provocador para o cuidado. Você já viu um hospital recebendo uma panelada?

Às vezes não gostamos de perceber o silencio, provavelmente porque ele indica que não há resposta. Na verdade, é justamente o contrário. Ele já é uma resposta, que devemos guardar dentro de nós, nos aquietarmos, esperar que a música venha nos mostrando a harmonia que está falntando.

O silêncio nos obriga a parar e observar o que está ao nosso redor.

Portanto, pare. Observe. Viva plenamente. Faça silêncio.

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O novo nunca se acaba!

A vida nunca foi estática.

Um ciclo emendado no outro e tudo feito: a vida continua!

Sim. Mudei o layout do blog, denovo! Nem sei quantas vezes já fiz isso.

Mas tenho esperança de que esse visual deve ficar por um bom tempo!

Logo logo virão novos posts!

Esse blog tem se tornado cada vez mais importante para mim, espero que possa trazer qualquer brisa de mudança e coisas boas para também para você que lê!

Obrigada pelo carinho!

E lembre-se: não limite-se ao possível!!

ps: Se vai ter Coca-cola no céu, por que não vai ter aqui também? Beijo com Coca!!

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Como será o fim da sua vida?

Ninguém escolhe em qual nível se começa a jogar algo, simplesmente começamos sabendo nada, aprendendo as teclas, os personagens, como jogar. Não há como se escolher começar o jogo de um nível elevado. Essa escolha não existe. Todos começam do chão. Com as mesmas dificuldades, as facilidades certamente não são as mesmas. Mas no final, o jogo é o mesmo e deve ser jogado.

A vida é assim. Todos começam no mesmo no nível. Cabe a nós determinar em qual nível terminamos o jogo.

Você pode não concordar comigo e afirmar: mas ninguém escolhe quando morre.

Mas todos podemos escolher o como morreremos. E essa escolha não restringe à saúde, e sim, a você. Você morrerá satisfeito com o que viveu até agora? Como viveu?

Há pouco tempo atrás ouvi a seguinte história: uma pessoa, depois de morrer, encontrou-se com um anjo. Ele lhe faria apenas duas perguntas que, dependendo das respostas dadas, determinariam sua ida pra o céu ou para o inferno.

Faço-lhe agora estas duas perguntas:

Você encontrou alegria em sua vida?

A sua vida fez os outros encontrarem alegria para as suas vidas?

O que você responderia?

Não é inteligente sermos ingênuos a tal ponto para pensarmos que, por sermos alegres, outros serão alegres. Nem podemos cair na armadilha de que devemos ser sempre alegres.

A vida não é justa. Acredito que ela nunca se propôs a tal objetivo.

Por enquanto, uns aproveitam a alegria que conquistaram, enquanto outros, tentam achá-la.

Sempre foi assim. Mas duvido que permaneça assim para sempre.

Alegria não cai do céu. Para ninguém.

Se como diz Schopenhauer, “o inferno são outros”, provavelmente há como se achar o céu também nos outros. Basta que deixemos de escolher o inferno para todos (exceto a nós mesmos) e todos seremos mais céus que infernos.

Se sou um inferno para outro, como posso ter a audácia de querer para mim, o céu?

Se deixarmos de procurar, pelo menos por alguns momentos, o inferno em tudo, certamente, encontraremos o céu.

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Tempo nosso

Um pouco mais de tempo

Eu e você

Um pouco mais de  vidaS

Eu e você

É tanto pra te falar

Tanto pra escutar

Só para me fazer

Voar

Tempo, vida

Tudo que é seu agora

O seu amor

Silenci-a-dor

Você e eu

O tempo que for

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A Luz e a Flor

E de repente, não mais que de repente, essa luz veio até mim. Chegava ao ponto de quase cegar, mas não podia me conter; precisava olhá-la.

Era viva, dava voltas ao meu redor, fazendo-me esquecer do mundo que estava estranhamente quieto naqueles segundos.

Era uma luz que dançava, não se continha também, em seu pequeno ser. Parecia uma criança, que sabendo que iria ganhar um brinquedo novo, não conseguisse se segurar de tanta alegria.

Dançamos por segundos. Leves. Delicados. Inesquecíveis. Foram segundos de luz.

Mas a força desse ponto de luz se esvaía. Haviam outros pontos que também queriam brilhar.

A luz, ofegante que estava de sua exultação, foi até o pico mais alto do céu, desenhou-me uma flor, e se apagou, sumindo sem deixar rastros ou lembranças.

Mas a flor, delicada e prateada, como se de aço fosse, permanece lá até hoje, fazendo-me lembrar de cada segundo de luz e alegria daquele momento raro, que poucos nesse mundo seriam capazes de notar.

Ao autor da minha flor, que sua felicidade seja notada, mesmo que por segundos.

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