É, eu sei. A culpa é minha de tê-la trazido para o nosso meio, justamente quando tudo parecia melhorar, após meses turbulentos.
Eu não a escolhi, mas parece que ela vem no pacote de algumas escolhas que fiz.
De certa forma, o que eu escolho ou não escolho afeta a gente demais, né?
Você sempre me avisa de tudo com antecedência., mas nos últimos tempos você tem andado muito quieta. Quando a melhora está vindo, surge aquela pedra de gelo na nuca.
Dói.
Tanta coisa dói. A minha vontade é parar tudo e sumir por uns tempos, esquecer certas vergonhas. Você vem comigo?
Não prometo abandonar quem você odeia, mas vou me empenhar para mantê-la longe de nós. E se ela se aproximar, a gente se muda pra outro lugar.
Para onde vamos agora?
Eu não tenho ideia, mas você pode escolher.
Só não quero mais nada no nosso meio, vida. Essa crise põe tudo a perder.
E temos tanto a perder.
Amandinha,
Como sempre, seus textos são ótimas leituras e trazem, para mim com certeza, a beleza da língua escrita!
Parabéns!
Obrigada Thais!
Adoro “descobrir” quando alguém está lendo o que eu escrevo, mesmo que seja pouquinho. rs
Seja sempre bem-vinda! =)
Amanda, texto curto, que nos deixa na expectativa.
Palavras que nos contam de você.
Estava com saudade.
Não pare de escrever. Promete?
I’m confuzzled…hehe..já assistiu Mary and Max? Palavra mistura de confused e puzzled…
Interessante o texto…quem é essa talzinha que você trouxe pro nosso meio?
hahaha
Um abraço!
Gosto doss seus maneios linguisticos ehehe =)
Paz!
Saudarei-a dizendo que terei saudades!